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O INFERNO DA IMPUNIDADE
DORVALINO FURTADO FILHO

MÉDICO VETERINÁRIO-PÓS-GRADUADO EM MARKETING E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

A impunidade consiste na sensação de que a punição de infratores morais e materiais é rara ou insuficiente.
Famílias inteiras neste País estão destroçadas psicológica e emocionalmente por viverem no inferno desta impunidade que ainda beneficia criminosos (de todos os naipes), estelionatários ou ladrões entricheirados em gabinetes luxuosos do poder público ou privado “premiados” pela liberdade e com privilégios que objetivam encobrir os seus cúmplices que se escondem atrás da sua lama moral.
Eis algumas sugestões que visam a reformas inadiáveis: começar pela reforma do sistema político já em pauta; reforma do Código de Processo Penal, com adição às penas privativas de liberdade de pesadas penas pecuniárias e de prestação de serviços, sobretudo para crimes difusos contra o interesse público. O povo deve exigir seus direitos com manifestações políticas e cobrar das escolas um melhor questionamento sobre o conceito de cidadania, pois a voz do cidadão já clama para qualificar os delitos cometidos por políticos ou homens públicos, no exercício de suas funções, como crime hediondo.
O que emperra o funcionamento do Judiciário e que estimula a impunidade são as falhas de investigação, privilégios legais, excesso de habeas corpus, abusos da defesa na convocação de testemunhas e excessos de apelações e prescrições de crimes.

Escrito por Dorvalino às 09h47 PM [ ] [ envie esta mensagem ] []

Brasileiro nenhum tem que ter dúvidas quanto ao Poder de Sarney. Ele ainda manda no Governo, é dono de tudo.O Conselho de "anti-ética" do Senado ao arquivar as denúncias graves e comprovadas contra Sarney, ofende aos princpios mais sagrados da justiça.
Após estas injustiças, tenho certeza que falta de ética um Senador é tratar seu colega  de "vossa excelência".
Dorvalino Furtado Filho
Médico Veterinário
CRMV-SC-0678
48-88017192

Escrito por Dorvalino às 09h45 PM [ ] [ envie esta mensagem ] []

A PANDEMIA DO MAL

DORVALINO FURTADO FILHO
MÉDICO VETERINÁRIO
 
As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, mas as infecções respiratórias ocupam o primeiro posto nos países de baixa renda, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
De tuberculose no Brasil, em 1996, morreram 5.929 pessoas e em 1998, 51,3 casos ocorreram para cada 100 mil habitantes.
Há tempos que a Organização Mundial da Saúde critica “a ausência de uma resposta suficiente face ao impacto crescente das epidemias no desenvolvimento sócio-económico”.
De acordo com  estatistícas oficiais, mais de 14 milhões de pessoas, anualmente, são vítimas  de doenças infecciosas e mais de 4 milhões sucumbem por estas infecções respiratórias. Para se ter uma ideia, a febre da dengue afeta mais de nove milhões de pessoas/ ano.
Países industrializados são complacentes frente estas epidemias, alegando recursos insuficientes.
No relatório da Federação Internaciona Cruz Vermelha, «Fratura Epidêmica», as pessoas atingidas por uma epidemia ou pandemia,  morrem frequentemente enquanto são jovens.É o que está acontencendo no mundo, mas ninguém vê.
De acordo com o relatório da FICV, as populações dos países em desenvolvimento são particularmente vulneráveis às consequências de epidemias devido a estruturas de cuidados de saúde inadaptadas. O Brasil está incluído.
A FACE MILIONÁRIA DA GRIPE, artigo de Maria Luísa Vasconcelos, Professora da Universidade Fernando Pessoa em Portugal leva a reflexão: “No meu correio repousam algumas reações enérgicas ao post Economia da Gripe. Transcrevo uma, parcialmente: "Pandemia? (...) Primeiro foi a síndrome respiratória, depois o H5N1, depois a dos suínos (pelo meio foi o antraz, sendo que tudo o que circulou teve origem em laboratório militar), agora passa a H1N1? Não acham que é um risco acreditar nos laboratórios? Não acham que é de alto risco acreditar que não é terrorismo da empresa de (lápis azul) e farmacêuticas (lápis azul)?"
O diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica, Eduardo Hage, afirmou, nesta sexta-feira, em Brasília, que a letalidade da "gripe suína" é semelhante a da gripe comum e que “no Brasil podemos afirmar que a forma de adoecer, o desenvolvimento e a letalidade são muito semelhantes entre a gripe A e a gripe sazonal (comum)”.
Assim, hoje os trabalhos de combate a gripe A estão custando muito caro para o povo, que poderiam ser custos baixíssimos se todos estes esforços tivessem sido despendidos na prevenção há  muitos anos passados.
 

Escrito por Dorvalino às 09h43 PM [ ] [ envie esta mensagem ] []

5 de setembro de 2008A NOTICIA ESTADUAL.

CRÔNICA

 

A VELHICE

Dorvalino Furtado Filho

Pós—Graduado em Administração Pública e Marketing

Quando as intenções e os desejos não são servidos pelo corpo, começou a velhice. Mas não devemos deixar a chama interior parar de tremular. O romano Cícero, em Senectude (capítulo 7), disse que os idosos substituem os prazeres corporais pelos intelectuais. Este mesmo Cícero, muitos anos antes que os psicólogos estudassem a velhice, foi taxativo: "Nunca ouvi dizer que um velho haja esquecido o lugar em que ocultou o seu tesouro".

Existem velhos que tem o coração seco pela avareza e egoísmo. Mas há jovens que também possuem tamanha avareza, patológica pela educação, que desprezam e ridicularizam os bens ou os valores da alma e que já fecharam seus corações para o ideal. Ou seja: esses são "bermudões" que constituem uma certa pústula moral da sociedade; não "tiveram" pais, mas trouxas do lar.

É preciso que o velho não dê lugar à avareza, à inércia ou à preguiça ou ainda se contradiga na velhice. Muitos gênios da humanidade revelaram-se na velhice ou caíram em certa contradição pelas suas obras imortais.

Kant, por exemplo, chegou à convicção de que os três grandes baluartes do misticismo - Deus, liberdade e imortalidade da alma - eram insustentáveis diante da "razão pura"; o mesmo Kant, envelhecido, "dogmático", descobriu, ao contrário, que esses três fantasmas são postulados da "razão prática". Uma contradição entre o jovem e o velho Kant.

Mas se você se considera velho e não valoriza sua genialidade, foi opaco, sem iniciativa, temeu adversários e hoje, por causa das lembranças, se "sente medíocre ou insignificante", não se iluda. Tudo isso será coberto um dia por flores. Agora, se você é velho (com 80 anos ou mais...), não deixe de ter um coração jovem. É fácil: Deus já colocou dentro de você o ânimo e a juventude eternas.

Continue dizendo o que dizia antigamente a quem você ama: "Meu amor"... Não deixe de beijar a amada com os lábios abertos, sentindo sua saliva, e também não adote um bigodinho fininho de velho sem vaidade, não calce tênis com meia social e bermuda. E que a mulher que se diz velha não deixe, em nome da falsa naturalidade, os cabelos totalmente brancos, envelhecendo mais seu rosto. Que as mulheres, na chamada velhice, também não deixem a vaidade de lado, cortando os cabelos curtíssimos, semelhante a homens, eliminando a beleza.

A velhice, enfim, exige que o marido prefira mais a companhia da mulher do que o baralho. Há! Você se acha velho mesmo assim? Então, por favor, reflita sobre o que disse o imortal Drummond na sua velhice: "Pouco importa que venha a velhice, que é velhice? Teus ombros suportam o mundo".


 

Escrito por Dorvalino às 09h39 PM [ ] [ envie esta mensagem ] []